Antes de liberar qualquer uso, entendemos a operação como ela é: quais decisões importam, onde o dado mora, o que é sensível e quem pode ver o quê.
Acompanhamos a rotina na prática. O caminho oficial, os atalhos que o time usa de verdade e as exceções que ninguém documentou.
Que sistemas existem, o que cada um guarda e, principalmente, o que é sensível. Dado pessoal, contrato, margem, folha e base de cliente ficam classificados antes de qualquer liberação.
Áreas, funções e alçadas. Onde hoje o acesso é largo demais, onde é restrito a ponto de travar o trabalho, e qual o desenho certo para cada função.
Horas gastas, retrabalho, decisão atrasada. Sem número não há projeto, há opinião.
O recorte com maior retorno e menor risco. O primeiro sistema precisa provar valor rápido.
30 minutos, sem compromisso, sob NDA. Você sai com um diagnóstico, não com uma proposta.